mercoledì 25 gennaio 2012

última mensagem por Lisboa_panorama#02



video

desenrola, ainda uma vez, o olhar sobre esta cidade.
O desenho aparece como forma de "escritura automatica", onde as palavras e frases são o real que está na minha frente. A cidade real é traduzida em traços, puntos, segmentos, ritmo, movimento. A cidade palimpsesto real e mais que real, preenchida de historiás, passagens, mutações continuas, interripções. A "massa de casas" (ainda F. Pessoa), Lisboa, a massa urbana, deslumbra-se, deslumbra-me come conto, história, que chega além do Tejo. Parece como pulsar...depósito que se perde no tempo com as suas intermináveis historias e vidas.
O que está diante de mim é real, e a realidade não faz seleções...aparece, com as suas interminavel e doces contradiçoes. Mistura-te com a realidade perder-te nela!!!

Esta é a última mensagem por Lisboa, deixada por dentro de uma garrafa a flutuar, a mergulhar, no Tejo até a desparecer no oceano da minha memória. além do prefil desta cidade a cidade continua a expandir, com o seus bairros, lugares, periferie, que não consegui encontrar e conhocer. E continua a ser, campo, mata, monte, estradas, e ainda cidades, villas, etc. Continua a ser esta faixa de terra onde chega a Europa, que se chama Portugal.
Boa viagem companheiros!!!
até a proxima

"sentir é estar distraido" (F. Pessoa)

domenica 22 gennaio 2012

marcha da indignação_lisboa_20120121



‎..foi uma tarde cheia de energia, pessoas e esperança!! desenhai o momento da chegada a Assembleia da República...o povo na rua é um exemplo forte de liberdade em contrasto com a impassibilidade do palacio do governo portuguese...levanta-te Portugal!!


BASTA!!

lunedì 16 gennaio 2012

WORKSHOP_Lisbon Panoramas: Sketching wide-angle scenes from near_COSÌ VICINO_assim perto"







20120114_Praça Camões_Lisbona_ 9.00 horas até 17.00 horas (reportagem fotografica por Maria Coppolino)

...que dia lindo foi sabado!!!
os workshops de desenhos panorâmico urbano, chegaron o fim!!!!
neste ultimo encontro...o workshop foi também "performance desenhada".
Os participantes conseguiron desenhar uma panorâmica de 360° em 7 horas, de um dos cenários urbanos mais lindo da Europa. Praça Camões...O desafio era de conseguir desenhar o envolvente da praça, para depois. no final do dia, juntar, efectuar uma montagem, com os cadernos dos participantes...acho que sairon coisas muitos boas!!!!
divertimo-nos também, e partilhamos esperiencias e amizades!!

parabéns a todos e obrigado pela aprendizagem que eu recebi, atraves do vosso olhar, do vosso desenhos e da vossa palavras!!

participantes:

Maria Fernanda da Silva Lamelas
Pedro Loureiro
Mário Linhares
Ketta Linhares
Manuela Rolão
Rosário Félix
Marta Teives
Jeanne Waltz
Jose Perico
Lisete F. Fernandes
Maria Celeste Aguiar Canongia Lopes
Vanessa Marques
Ângela Maria Rodrigues Piedade
Pedro Albuquerque
Regina Rocha
Magda Pedrosa
Joana Fialho
Joana Nunes Luis Paiva Caramona
Ana Catarina Hagatong
Paula Xavier Fernandes

Já estou cheio de saudade, por estes dois encontros feito com você...
"Trago dentro do meu coração", no meu olhar e nos meus cadernos, este infinite "realidades","espaços", "pessoas" que encontrai...será difícil de esquecer!!!

"Trago dentro do meu coração,
Como num cofre que se não pode fechar de cheio,
Todos os lugares onde estive,
Todos os portos a que cheguei,
Todas as paisagens que vi através de janelas ou vigias,
Ou de tombadilhos, sonhando,
E tudo isso, que é tanto, é pouco para o que eu quero.
(Álvaro de Campos)

obrigado Lisboa!!
até a prox

claudio patanè

lunedì 9 gennaio 2012

WORKSHOP_Lisbon Panoramas: Sketching wide-angle scenes from far_COSÌ LONTANO_assim longe"







"guarda a tutt'occhi, guarda!"(Jules Verne)

20120107_Porta do Sol_Lisbona_ 9.00 horas até 17.00 horas
la prima sessione dei workshop di disegno panoramico urbano "COSÌ LONTANO_assim longe/COSÌ VICINO_assim perto" si è conclusa. I partecipanti hanno affrontato, anche se con un clima abbastanza rigido, l'esperienza del disegno panoramico producendo lavori molti interessanti. Con occhi, mani, personalità, strumenti e tecniche differenti, ma su supporti uguali, siamo riusciti, dopo sette ora di lavoro ad approcciarci, almeno in maniera basica, a questa pratica del disegno panoramico.
Una pratica che ha coinvolto non solo lo sguardo, "os olhares", ma soprattutto il corpo...il fine era quello di riuscire ad "abbracciare con lo sguardo" la bellissima vista dal miradouro da Porta do Sol in Lisbona, e registrarla sul magnifico quaderno panoramico offerto ai partecipanti del workshop. I partecipanti dotati, anche, di una piccola "guida al disegno panoramico" sono stati, attraverso delle regole basiche, guidati nell' affrontare questo "desafio". I risultati sono stati eccellenti!!!
MUITO PARABÉNS A TODOS!!!

questa è solo una parte del lungo reportage fotografico (realizzato da Maria Coppolino). Una lunga sequenza di volti, disegni, quaderni, panorami, su Lisbona e per Lisbona.

ancora congratulazioni!!!!
ai partecipanti:

Maria Helena Faria Monteiro
Tiago Bragança
Pedro Loureiro
Jeanne Waltz
Bruce Dixon
Ângela Maria Rodrigues Piedade
Mafalda Duarte
Magda Pedrosa
César Caldeira
Joana Fialho
Miriam Benmoussa
João Pedro Palminha
Maria Manuel Teixeira da Cruz
Miguel Coutinho
Hugo Brito
Eduardo Jorge Morais Araújo
Jose Perico
Martim Afonso P. N. Carvalho
Maria Moreira

até a proxima vista

claudio patanè

venerdì 6 gennaio 2012

insediamenti_9





riflessioni su insediamenti rupestri.
La visita frequente dell' architettura rupestre di Pantalica, la valle dell' Anapo e gli affascinanti "spazi estratti naturali e artificiali" come teatri, catacombe, latomie, etc. tra Siracusa, Ragusa e Palazzolo Acreide nella Sicilia sud orientale, ha dato vita a questa riflessione sugli insediamenti rupestri. Sono forti suggestioni a-temporali, visioni, esperimenti di costruzioni sia instabili che permanenti. Mutazioni in divenire, architettura embrionale allo stato primigenio (prima o dopo la catastrofe?).
Prevale a volte l' escavazione, la cavità, il pertugio. A volte prevale la tensione, l' architettura ponte, sospesa, precaria, instabile, temporanea. Teorie dell' abbandono, della dimenticanza, del passaggio. Paesaggi vaghi, utopico-reali.
Il punto di vista dell'osservatore è sempre nascosto, poco svelato, quasi sempre basso. Emerge lo strapiombo, il dirupo, il precipizio. Spazi estratti e accatastati.

Sarà una forma di opposizione o esorcizzazione, a quell' architettura riduttiva e banale, che emerge oggi sotto le sembianze di "forno a microonde"(E. Souto de Moura)?